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Dia 1º de novembro começa a segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa.

Dia 1º de novembro começa a segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa.

Postado em 27/10/2016 por

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A febre aftosa é um doença infecciosa aguda, causada por vírus, sendo uma das mais contagiosas que atingem os bovinos, búfalos, ovinos, caprinos e suínos. Causa febre, seguida do aparecimento de vesículas (aftas) principalmente na boca e nos cascos, dificultando a movimentação e alimentação dos animais, o que acarreta elevada e rápida perda de peso e queda na produção de leite, tendo como conseqüência grandes prejuízos na exploração pecuária. A vacinação tem papel fundamental na prevenção e erradicação da febre aftosa. A forma mais eficiente, prática e barata de prevenção é por meio da vacinação dos bovinos e búfalos, durante as campanhas de vacinação que ocorrem a cada seis meses, sempre em maio e novembro. Na etapa de maio é obrigatória a vacinação dos bovinos e búfalos com idade até 24 meses. E na etapa de novembro, todos os bovinos e búfalos existentes na propriedade devem ser vacinados, inclusive os bezerros com poucos dias de vida. Além da vacinação, outra estratégia fundamental é a vigilância sanitária, com destaque para o cadastramento do setor pecuário e o controle do trânsito de animais, visando impedir que animais contaminados entrem no estado. Por isso são feitas as fiscalizações do transporte animais. Segundo o Presidente do Conselho Municipal de Sanidade Animal do Município de São João Celso Marcolina, embora a campanha comece no mês de novembro, a vacinação já foi liberada no ultimo dia 26 de outubro devido a realização da Expopato: “… a partir do inicio do mês de novembro, do dia 01 ao dia 30 é o calendário da vacinação contra a febre aftosa. São duas etapas no ano. Uma no mês de maio aonde são vacinados os animais de até dois anos de idade e no mês de novembro outra etapa aonde todos os animais deverão ser vacinados e neste ano fo quebrado o protocolo porque esta pra acontecer a Expopato nos próximos dias e muitos produtores da nossa região acabam levando animais para serem comercializados nos leilões ou até mesmo para exposição então para a garantia da sanidade desses animais então foi antecipado e desde o dia 26 de outubro já estava liberada a vacinação…” A principal conseqüência da ocorrência da febre aftosa é econômica. Devido ao alto poder de difusão do vírus e aos impactos econômicos provocados pela doença, os países e áreas livres de febre aftosa estabelecem fortes barreiras à entrada de animais susceptíveis e seus produtos oriundos de regiões com febre aftosa. Assim, basta apenas um foco desta doença (uma propriedade atingida) para haver restrição ao mercado internacional, e até mesmo ao mercado nacional, já que animais e produtos de origem animal ficam proibidos de serem comercializados para países livres ou áreas livres de febre aftosa. Essas barreiras têm efeitos negativos sobre a pecuária e na economia do país, com graves conseqüências sociais. 

Por Douglas Nunes – Repórter Pirâmide FM.

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